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domingo, 25 de julho de 2010

Auge da beleza feminina aos 31 anos!!!

A fase de sua vida em que a mulher está mais bonita é aos 31 anos. É o que diz um estudo britânico divulgado nesta segunda-feira. A pesquisa mostrou que mulheres entre 27 e 30 anos são consideradas mais atraentes do que garotas com idade entre 18 e 19 anos.

Maiores informações:
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/auge-da-beleza-feminina-e-atingido-aos-31-anos

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Alguns sites - Estatística

www.conre3.org.br - Conselho Regional de Estatística da 3ª Região (SP/PR/MT/MS).

www.redeabe.org.br - ABE Associação Brasileira de Estatística.

www.ibge.gov.br - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

www.dieese.org.br - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

www.minitabbrasil.com.br - Software Estatístico.

www.spss.com.br - Software Estatístico - agora chamado PASW.

sábado, 24 de outubro de 2009

Expressões conhecidas na língua portuguesa

Na língua portuguesa existem expressões muito conhecidas e faladas com certa frequencia por todos. No entanto, algumas delas sofreram modificações com o decorrer do tempo.

Entre elas:

Expressão conhecida:
Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.
Expressão original:
Batatinha quando nasce, espalha rama pelo chão. (Fazendo referência às raízes da batata).

Expressão conhecida:
Quem não tem cão, caça com gato.
Expressão original:
Quem não tem cão, caça como gato. (Fazendo referência ao ato de caçar sem companhia, como faz o gato).

Expressão conhecida:
Cor de burro quando foge.
Expressão original:
Corro de burro quando foge. (Fazendo referência ao animal, que ao fugir, pode representar perigo).

Expressão conhecida:
Esse menino não para quieto, parece que tem bicho-carpinteiro!
Expressão original:
Esse menino não para quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro. (Fazendo referência ao ato de mexer-se demais).

Obs: De acordo com a reforma ortográfica, não se acentuam mais certos substantivos e formas verbais para distingui-los graficamentede outras palavras. É o caso do verbo parar, que perde o acento agudo. Por isso escrevemos "para quieto" e não mais "pára quieto".

Fonte: www.soportugues.com.br; www.educacao.uol.com.br